01/02/2008
Esta dica é para você, mulher jeitosa






















Cada um tem uma sugestão de como dispor quadros na parede. A mais simples e comum é colocar todos no chão e criar composições até chegar em uma que lhe agrade e transportá-la para a parede. ‘Minha amiga Martha Stewart’, da revista Living, mostrou esta outra alternativa, um pouco mais trabalhosa, porém, mais certeira. Confesso que minha preguiça e ansiedade são maiores do que o desejo de que tudo saia perfeito. Como nem todos os leitores do blog são assim como eu, que pendura tudo na louca, exibo esta sugestão da querida Martha. Não tem erro: é só cortar papéis no tamanho dos quadros e fazer o teste in loco. Quando gostar da montagem, substitua os papéis pelos quadros.

Os que não vão atrás do trio elétrico, já têm o que fazer neste Carnaval. Meu programa será correr atrás de um bebê elétrico. Haja fôlego!

Bom Carnaval e juízo!

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30/01/2008
Olhar 43




































Tem gente que tem criatividade, um olhar especial e pronto. Isso não se ensina. Ou você tem ou não tem. A artista
Ana Moraes faz parte do grupo dos que têm. A começar pelo seu trabalho. Ela usa latas recicladas e arame para criar bonecos, flores, uma série de objetos. Só vendo para acreditar. O que mais me impressiona é como uma pessoa chega nessa criação. E como essa mesma pessoa tem a idéia de colecionar banquinhos velhos, simples, como os usados em obras. Olhando-os sozinhos, você não dá a mínima para eles. Eu, por exemplo, jamais enxergaria algum potencial. Mas ela enxergou e os usou para decorar sua casa. Ontem, ela mandou esta foto de um dos seus cantinhos. Achei tão bacana e original que quis mostrar no blog.

Aí, fiz uma reflexão rápida e básica. A beleza está por todo lugar, mesmo que disfarçada. O problema é que estamos condicionados a admirar certas coisas e deixamos de prestar atenção em outras. Nosso conceito do belo também é muito direcionado. Quantos de vocês conseguiriam reparar em bancos velhos e até quebrados e perceberem que eles têm sua poesia e charme? Para mim, esta foto é linda e quebra alguns dos meus conceitos “quadradões”.

Procuro evitar termos em inglês, mas esta frase é perfeita para o momento: think outside the box.

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29/01/2008
Decô non sense

























Não nego que tenho um pezinho no rococó. Pensando bem, tenho o outro pezinho no contemporâneo. Humm, também tenho uma mãozinha no rústico. Ah! Gosto de coisas e ponto. Não importa o estilo. Misturar tudoaomesmotempoagora me agrada, embora nem sempre o resultado dê certo, já aviso. Todo esse blá, blá, blá para falar que adorei esta sugestão das rosetas decorando a cabeceira. Dá uma carinha de antigo, de francês, que acho bacana mesmo que o quarto não tenha nada a ver com isso. Hoje em dia, essas rosetas são feitas de poliestireno, uma espécie de isopor (melhor deixar as características técnicas de lado para não falar bobagem) fácil, fácil de aplicar e que não deixa sujeira como o gesso durante a instalação. Basta passar uma colinha e pronto. Simples, do jeitinho que gostamos. Consultei meu oráculo, o Google, e descobri que há um monte de empresas que oferecem rosetas. Prefiro não indicar nenhuma em especial porque não me utilizei do serviço. Parece que finalmente encontrei algo que goste e que seja do tamanho do meu bolso para preencher a minha vazia e solitária parede da cama. Até amanhã!

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28/01/2008
Sapatos não entram

Se há uma coisa que me constrange é ter que tirar meus sapatos para entrar em algumas casas. E olha que as residências que eu visitei, onde foram adotadas estas medidas, tudo funciona com muita delicadeza: você deixa seus sapatinhos num móvel, logo na entrada, e tem várias opções de chinelos para escolher e calçar. Na teoria é tudo perfeito. Na prática, nem tanto. Explico. Se você vai visitar uma casa e é pego de surpresa pela regra, você pode:
a) estar com a meia furada ou com uma estampa ridícula – até então disfarçada pela sua bota
b) estar com chulé
c) estar com as unhas compridas – acontece, ué!
d) estar com a palmilha detonada
e) estar com micose, frieira – isso nunca me aconteceu, que fique claro!
f) simplesmente não querer usar chinelos compartilhados por outras pessoas

Por essas e por outras é que me incomoda essa história de não entrar de sapatos na casa dos outros. Até acho a intenção muito boa. Afinal, ninguém quer levar a sujeira que carrega nas solas para dentro do seu ninho. Mas e a sujeira que vem do ar poluído de São Paulo? E os vírus que vêm de um simples espirro? E as mãozinhas mal lavadas que vieram do ônibus, do supermecado ou pegaram em dinheiro? Não tem jeito, se a sujeira não vier no pé, entra na sua casa de outra forma, mesmo sem ter sido convidada. O lado bom é que a gente cria anticorpos – consolo de mãe.

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24/01/2008
As almofadas têm poder









































Os freqüentadores antigos do blog já devem ter ouvido falar da
Priky. Vira e mexe, ela manda umas dicas para eu postar no blog. Suas idéias são espertas e econômicas, como esta.
Durante a temporada de calor, de janeiro a abril, ela transforma a decô da sala. Saem os habituais tons quentes e entra uma combinação ‘fresquinha’ de branco e azul. As alterações de um estilo para outro são poucas, mas poderosas. Priky mexe somente nas almofadas, no tapete e nos quadros, que ela mesma pinta. Para compor o look de verão, gastou R$ 130 em tecidos na Cinerama e R$ 150 com a costureira, que confeccionou seis capas de almofadas. O tapete listrado ela já tinha: migrou, temporariamente, do quarto do filho para a sala. Quando chega o mês de abril, tudo volta a ser como antes. Simples assim. Novas almofadas operam milagres...


Então...

Leio os comentários de todos diariamente e acreditem, já me sinto amiga de muitos de vocês, que participam com perguntas, dicas e histórias. Infelizmente, não consigo responder a todos sempre por pura falta de tempo. Faço o blog todos os dias porque tenho um prazer imenso em escrever para vocês, compartilhar meus gostos e aprendizado. Há dias em que é duro achar uma brecha entre uma matéria e outra para postar um texto. Já pensei até em desistir. Mas aí leio os comentários e me sinto recompensada e motivada a repetir a dose no dia seguinte. Por falar em dia seguinte, sexta é feriado aqui em São Paulo, aniversário da cidade, e o Lá em Casa vai tirar uma folguinha básica, mas a porta estará aberta para quem quiser dar uma passadinha e fuçar o arquivo. Segunda estarei de volta. Bom finde!

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Simone Quintas
está mais caseira do que nunca. Há 11 anos em Casa e Jardim, a editora pesquisa o setor, acompanha as novidades, sabe de tudo em decoração. Tem um olhar arrojado e bem-humorado. Mas está curtindo mesmo é sua casa, que, ela acha, nunca ficará pronta - "se ficar, é porque já está na hora de eu me mudar".




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